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L de Livros Esta página web contém maquetas de livros de artista realizadas na disciplina de 'História do Livro: do Manuscrito ao Digital'. |
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B for Books This webpage contains projects for artists' books by students of the course 'History of the Book: From Manuscripts to Digital Texts'. |
História do Livro: Do Manuscrito ao Digital
Ano Lectivo 2009-2010
Licenciatura em Ciências da Informação
Docentes: Rosário Morujão e Manuel Portela (2009-2010); Saul António Gomes e Manuel Portela (2008-2009)
Exercício 2: Maqueta de Livro de Artista
A cultura do livro é o nosso futuro, e o nosso trabalho é um legado através do tempo e do espaço, a continuação de uma tradição em curso. O papel pode tornar-se precioso, a tecnologia de impressão pode transformar-se, e os métodos de produção podem expandir-se – mas o potencial do livro como forma criativa continuará disponível para ser explorado. Não há limites ao que os livros de artista podem ser e não há regras para a sua construção – e, felizmente, não se antevê que a sua produção possa algum dia acabar.
Johanna Drucker, The Century of Artists’ Books, New York: Granary Books, 1995, p. 364. [Trad. MP]
Este exercício tem como objectivo desenvolver a consciência da materialidade do livro enquanto objecto e enquanto conceito. Para isso, propõe-se a criação de um objecto original que possa ser visto como um livro de artista. O formato, materiais, natureza do texto ou das imagens (que podem ser originais ou pré-existentes), forma de encadernação, etc., são inteiramente livres. O objecto a criar deve satisfazer duas condições: a) deve ser auto-reflexivo, isto é, deve reflectir na sua forma a consciência da sua codificação bibliográfica específica; b) deve reflectir um conhecimento histórico do livro. Cada maqueta deve ser acompanhada de uma sinopse descritiva do projecto (c. 250-500 palavras).
Na avaliação serão tidos em conta os seguintes parâmetros:
A - Qualidade da concepção (1.originalidade + 2.reflexividade estrutura-materiais-conteúdo)
B - Qualidade da execução (1.capacidade de concretização do conceito + 2.qualidade artesanal do objecto)
Projectos da turma do ano lectivo 2009-2010 |
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Alexandra Daniela Barandas, A Minha Alegre Casinha (2010). Quando disse à minha sobrinha de 4 anos que teria de fazer um livro para a minha “escola”, ela reagiu com a seguinte pergunta: “Um livro para crianças?”. Como, nessa altura, ainda não tinha qualquer ideia para o meu trabalho, de imediato lhe disse que era uma excelente ideia e que sim, que o meu trabalho seria um livro para crianças. A partir daqui, comecei a fazer uma pesquisa sobre textos infantis na internet e nos livros que tinha em casa. A ideia de fazê-lo em forma de casa surgiu do facto de quase todos os primeiros desenhos das crianças incluírem este elemento. |
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© Alexandra Daniela Barandas, 2010.
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Ana Paula Sacramento, Sonetos (2010). | |
© Ana Paula Sacramento, 2010. |
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Ana Rita Silva, Book Bog Libro Livro (2010). | |
© Ana Rita Silva, 2010. |
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Ana Vanessa Conceição, Enquanto o Mundo Gira (2010). |
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© Ana Vanessa Conceição, 2010. |
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Andreia Cunha, O Teu Olhar (2010). | |
© Andreia Cunha, 2010. |
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Andreia Lopes, Livro de Horas (2010). | |
© Andreia Lopes, 2010. |
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Catarina Almeida, Florbela Espanca: Sonetos (2010). | |
© Catarina Almeida, 2010. |
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Catarina Batista, O Touro Azul (2010). A capa é a ilustração do conto em si e, não tendo título, impele o leitor à descoberta da história que contém. Reconto uma história já antiga, narrada desde que me lembro pela minha tia-avó Palmira - mais conhecida por Tia das Histórias - em sua casa à lareira, e que contém um significado único para mim e para todos aqueles que a ouviram. O Livro Original foi queimado há muitos anos nessa mesma lareira, não sendo possível provar a sua existência, perdurando apenas nas nossas memórias. |
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© Catarina Batista, 2010. |
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Catarina Norberto, Liber (2010).
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© Catarina Norberto, 2010. |
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Cindy Gonçalves, Aquele Poema (2010). | |
© Cindy Gonçalves, 2010. |
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Cristina Simões, Poemas de Florbela Espanca (2010). | |
© Cristina Simões, 2010. |
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Fernando Fernandes, Eu (2010). | |
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© Fernando Fernandes, 2010. |
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Helena Leitão, Reflexo (2010). Esta maqueta de livro de artista tem como título Reflexo. Trata fundamentalmente de uma visão do livro como um reflexo, reflexo de esperança, de crença, de reflexão sobre o futuro, de alternativa, de orgulho, de evolução e de proibido. |
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© Helena Leitão, 2010.
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Henrique Pereira, Intervenção (2010). | |
© Henrique Pereira, 2010. |
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Idília Forte, Os Meus Poemas (2010). | |
© Idília Forte, 2010. |
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Inês Lima, Cubo Mágico (2010). Este não é propriamente um livro comum, isto é, em códice. No entanto, visei a meu ver um aspecto que considero importante quando nos remetemos para a leitura. O prazer de ler é para muitos como um “jogo”, que começa e acaba quando se quer. É até algo que se poderá tornar viciante. É algo interactivo, portátil e tem ainda a capacidade de nos “transportar para outras realidades”, é como se esquecemos por momentos tudo. E naquele momento és só “tu” e “ele”. É como um jogo, daí que tenha escolhido este cubo interactivo para este trabalho. |
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© Inês Lima, 2010.
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J |
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Joana Gomes, Temos as Mesmas Faces que a Lua... (2010). | |
© Joana Gomes, 2010. |
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João Paulo Simões, A Filatelia é Arte (2010). A obra aqui apresentada é fruto de um trabalho de pesquisa na área da Filatelia durante nove anos. Compõe-se este livro de dois capítulos, integrando ainda um anexo e um DVD. O primeiro capítulo inicia-se em 2001, quando fui convidado a escrever artigos sobre esta temática aos Domingos no Diário de Coimbra, colaboração que se prolongou até 2004. No segundo capítulo, o tema é o mesmo, iniciando-se em 2004 até Junho de 2009. São aqui compilados os textos publicados à quarta-feira no jornal Centro. |
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© João Paulo Simões, 2010. |
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Liane Monteiro, As Flores (2010). O meu trabalho foi baseado num tema que a mim me interessa e que pessoalmente gosto. O que eu pretendo com a realização deste trabalho é mostrar a beleza das flores, não só no seu sentido literal, mas também no seu lado emocional, que elas tanto demonstram, com os poemas que seleccionei. Não é por acaso que quando estamos apaixonados oferecemos flores, ou oferecemos uma flor a um amigo, dar uma flor é sinal de que gostamos da pessoa e sentimos um grande carinho por ela. Também quero referir que as flores dão cor à nossa vida, e são seres vivos fantásticos e lindíssimos. Escolhi fazer assim o meu projecto porque, tal como as flores, o peluche transmite simpatia. O suporte já estava constituído, e eu fiz uma selecção de poemas relacionados com flores, e introduzi-os em cada pétala do meu suporte/livro (flor de peluche). Como o trabalho exigia, relacionei o livro com o seu conteúdo, realizando uma maquete, sem folhas de papel como o tradicional, mas sim de uma maneira diferente. |
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© Liane Monteiro, 2010.
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Magna Cardoso, Selecção de Poemas (2010). | |
© Magna Cardoso, 2010. |
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Miguel Pacheco, O Livro como Objecto de Arte (2010). Desde a sua invenção que o livro é um elemento essencial, tanto como registo e conservação da memória como de transmissão de conhecimento. Desde cedo também, foi dado ao livro um significado adicional, o de Objecto Artístico. A Maqueta realizada com o tema “O Livro como Objecto de Arte” tem como base duas premissas essenciais: preservação cultural e estética ornamental. A ideia para um livro de artista que fosse um objecto artístico e, simultaneamente, fosse capaz de preservar a culturalidade, deu origem a um colar. O colar é um exemplo perfeito de um ornamento, um bem transmitido de geração em geração, o objecto ideal para transformar não só numa herança material, mas também numa herança cultural e de transmissão de conhecimento. |
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© Miguel Pacheco, 2010.
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Paula Cristina Dias, Fome (2010).
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© Paula Cristina Dias, 2010. |
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Raquel Saraiva Patrício, s/título (2010). Este projecto fez-me sentir que viajava num balão de ar quente! À medida que ia subindo era compulsivamente confrontada com novas ideias e projecções! Foi extremamente complicado optar por um tipo de suporte dada a não imposição de limites ou regras para a realização deste Livro de Artista, daí a sua piada. A minha mente enchia-se de ideias, de imagens, de supostas criações criativas. Na minha perspectiva todas elas faziam sentido, mas decidi escolher este objecto para transparecer os meus pensamentos. A vida é um joguete que temos de preservar e saber utilizar. É essencial brincarmos com tudo o que nos rodeia, desde palavras, objectos, desejos.
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© Raquel Saraiva Patrício, 2010.
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Rodrigo Nogueira, Códex dos Encontros e Desencontros (2010). A maqueta de livro de artista criada, intitulada Códex dos encontros & desencontros, possui como eixo temático a compilação de textos que empreendem a reflexão sobre os primeiros contatos ocorridos na descoberta do Novo Mundo, ora pacíficos, ora conflituosos, mostrando pontos tanto de coincidência de pensamento e continuidade quanto de conflito e desencontro entre os que lá já habitavam e os que chegavam do outro lado do oceano. Para tanto, recorreu-se a textos ameríndios (como os mítico-religiosos Popol vuh e Chilam Balam de Chumayel), a relatos de cronistas e viajantes (como Pero Vaz de Caminha) e outros (a exemplo de Bartolomé de Las Casas), na construção de uma estrutura narrativa marcada tanto por paralelismos, por um lado, quanto por antíteses, por outro. |
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© Rodrigo Nogueira, 2010.
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Séfora Ascensão, Snowman (2010). O meu livro centrou-se na estação actual do ano, o Inverno. Escolhi este tema, pois esta é a minha época preferida. Por esse motivo, durante a elaboração do livro, foram utilizados materiais alusivos a esse mesmo tema, como, por exemplo, a lã. Os restantes materiais utilizados foram o cartão, a cartolina, o papel, a linha branca, uma agulha, a cola, uma fita acetinada e a tesoura. Definimos o tamanho e o conteúdo pretendido para o livro para depois começar a sua execução. |
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© Séfora Ascensão, 2010.
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Sónia Costa, The Christmas Songs (2010). As minha duas paixões desde pequena sempre foram os livros e a música (especialmente a de Natal). Ao combinar ambas, surgiu o livro “The Christmas Songs”. |
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© Sónia Costa, 2010.
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Susana Almeida, Contos Populares (2010). | |
© Susana Almeida, 2010. |
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| T | ||
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Tania Simões, Traços de Mármore (2010). | |
© Tânia Simões, 2010. |
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Teresa Cardoso, s/título (2010). | |
© Teresa Cardoso, 2010. |
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Tiago Guiomar, Momentos Académicos (2010). | |
© Tiago Guiomar, 2010. |
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Projectos da turma do ano lectivo 2008-2009 |
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Anita Tavares, Repense na sua Vida (2009) Desde logo, surgiram-me muitas ideias. Optei por algo simples. Talvez por ser essa a característica que mais gosto no livro. Geralmente com uma capa simples, de cor única, um título que nem sempre nos dá pistas do seu conteúdo e, quando o começamos a folhear, surge-nos o fantástico mundo que as palavras nos reservam. |
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© Anita Pereira Tavares, 2009
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Beatriz Machado, neófito (2009). | |
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© Beatriz Machado, 2009. |
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Carlos Morais, Recordar o Passado (2009) Optei por fazer um livro simples mas que de certa forma desperte a atenção de quem o visualizar, um livro cuja encadernação foge ao estilo dos livros mais encontrados, mas que também não será uma encadernação muito vulgar devido ao seu aspecto “enrugado”. Realce ainda para o contorno do título e do autor que lhe confere uma certa elegância. No seu interior, a existência do marcador de páginas é um perfeito contraste com o livro da actualidade, que globalmente já dispensa este adereço, mas que eu achei por bem colocar, com vista a dar-lhe um aspecto mais antigo. Inerente a isso, surge também o estado em que as folhas se encontram nas pontas, dando-lhe igualmente um cariz de antiguidade e até mesmo de uso. Assim, sem ser um livro antigo nem um livro moderno, acabou por ser um misto de ambos, o que lhe deu aquele aspecto simples mas original. |
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© Carlos Morais, 2009 |
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Cátia Ferreira, Uma Transparência de Sentimentos (2009). | |
© Cátia Ferreira, 2009. |
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Cláudia Dias, O Papiro (2009). | |
© Cláudia Dias, 2009. |
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Cristina de Jesus, O Anjo (2009). | |
© Cristina de Jesus, 2009. |
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Daniel Gonçalves, O Livro (2009) Que se o Livro se amasse a si próprio, nós Homens seríamos instrumentos da sua concepção, se nós somos dotados de alma, estrutura mecânica, mental e conhecimento, o Livro também o é. O Livro é parte do lado intelectual do Homem, tudo o que nele se regista é intelectual, é como revestir um número de páginas estruturadas mediante um código bibliográfico de uma alma intelectual, de um lado mágico, complexo e maravilhoso. O Livro, a meu ver, já foi belo, é funcional e prático, e é parte não do nosso corpo físico, mas sim de toda uma estrutura mental crítica que nos compõe, como seres humanos que somos. |
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© Daniel Gonçalves, 2009 |
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Daniela Fernandes, Lua (2009). | |
© Daniela Fernandes, 2009. |
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David Pinheiro, O Livro (2009). | |
© David Pinheiro, 2009. |
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Diana Patrício, Pensamentos (2009). | |
© Diana Patrício, 2009. |
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Helena Sousa, Provérbios (2009). | |
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© Helena Sousa, 2009. |
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Lina Melo, Parábolas (2009). | |
© Lina Melo, 2009. |
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Maria Dias, Chuva (2009). | |
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© Maria Dias, 2009. |
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Maria Torres, Caderno de Viagens (2009). | |
© Maria Torres, 2009. |
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Mónica Silva, Enquanto os Adultos Brincam (2009). | |
© Mónica Silva, 2009. |
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Ricardo Neves, História de Vida (2009). | |
© Ricardo Neves, 2009. |
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Sara Pita, Eu sou o Livro (2009) Possui cartolina canelada verde e azul, o verde para ser a capa e o azul como adereços. A cartolina ficou com a parte canelada para dentro para ser mais fácil colar os adereços na parte de fora, ou seja, a parte visível. Os adereços também são com cartolina canelada azul, que depois de dobrados fazem formas interessantes, o importante é fazer dobragens de vários tamanhos. As páginas são de papel reciclado, não tive muito cuidado em cortar as folhas para que ficassem direitinhas decidi rasgá-las, o que dá outro aspecto. Escrevi com caneta permanente pois o papel absorve a caneta, o que dá outro aspecto também. O conteúdo do livro são poemas, poemas especiais da autoria da minha mãe quando ainda era jovem, estavam em livros já amarelecidos e muitos com a letra ilegível, esta é uma forma de perdurarem mais um pouco no tempo. O livro é como se fosse um livro de bolso, é relativamente pequeno mas isso também foi condicionado pelo tamanho da caixa. As folhas encontram-se presas por duas anilhas para que se consiga manejar melhor o livro. Nem todas as folhas possuem informação, dá o ar que se pode continuar a escrever. «Eu sou o livro» é o nome do meu trabalho, tem como significado uma caixa que guarda memórias esquecidas que são relembradas depois de lidas. |
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© Sara Pita, 2009.
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Sara Rocha, As Fábulas do Outeiro (2009). | |
© Sara Rocha, 2009. |
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Sara Santos, Os Quatro Elementos (2009). | |
© Sara Santos, 2009. |
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Sónia Pereira, O Nosso Azul (2009). | |
© Sónia Pereira, 2009. |
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Telma Lopes, O Livro na Sociedade da Informação (2009). | |
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© Telma Lopes, 2009. |
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Teresa Mendes, Os Sons do Mundo (2009) | |
© Teresa Mendes, 2009. |
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Vera Martins, O Corpo Humano (2009). | |
© Vera Martins, 2009. |
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