prospecto 2003-2004

 

Esfera Terrestre.Construtor: William
& Samuel Jones, Londres, 1799

Quadrante I. Construtor: George
Adams, Londres, < 1810

Fotos: Observatório Astronómico
© Observatório Astronómico

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Vista aérea do Observatório Astronómico

Foto: Delfim Ferreira, 1988 © SDP

MUSEUS DAS CIÊNCIAS

O B S E R V A T Ó R I O   A S T R O N Ó M I C O

Almas de Freire - Santa Clara
3040-004 COIMBRA

Tel.: +351 239802370
Fax: +351 239802379
URL: http://www.mat.uc.pt/~obsv/obsv/

 

Director
Prof. Doutor Artur Soares Alves

Horário de funcionamento
9:00-12:30 e 14:00-17:30

Condições de acesso
Livre, com marcação prévia

Data de criação
1993

Área científica
Astronomia

Caracterização geral das espécies
Tipo de colecção:
instrumentos de Astronomia e Geodesia.

Épocas representadas
da Reforma Pombalina até 1940.

H i s t ó r i a • A Reforma Pombalina introduziu na Universidade de Coimbra os estudos científicos que, salvas as modificações impostas pelo correr dos tempos, ainda hoje perduram. A Astronomia mereceu a atenção cuidada do Ministro, pelo interesse conceptual e prático, conforme nos informam os Estatutos Pombalinos:
“As vantagens que resultam de se cultivar eficazmente a Astronomia, com todas as mais partes da Matemática, de que ela depende, são de tão grande ponderação e de consequências tão importantes ao adiantamento geral dos conhecimentos humanos; e perfeição particular da Geografia e da Navegação, que têm merecido em toda a parte a atenção dos Soberanos, fazendo edificar Observatórios magníficos, destinados ao progresso da Astronomia, como Ciência necessária para se conseguir o conhecimento do Globo terrestre; e se terem nas mãos as chaves do Universo.”
Tendo em vista dotar o novo Observatório com o equipamento necessário às missões que lhe são cometidas, foi este adquirido por toda a Europa, começando-se a constituir um acervo que compreende instrumentos para observação astronómica e instrumentos para observação terrestre, destinados estes à medição e caracterização do território, assunto tão importante na época de Pombal como nos nossos dias.
Muitas das peças que constituem a Colecção surpreendem o estudioso pelo engenho da sua concepção, assim como surpreendem o observador comum pela sua beleza.
A sua preservação é um imperativo em que se cumprem dois objectivos: recordar o esforço e a visão de um escol nacional que viu no cultivo da ciência um meio de modernizar o País; e proporcionar ao estudioso o acesso às soluções encontradas no passado para os problemas tecnológicos postos pelas exigências de precisão nas observações astronómicas.
Fazem parte da Colecção oito dezenas de mapas e gravuras de grande formato, muitas delas com idades superiores a 200 anos, adquiridos aquando da Reforma. Este acervo foi recentemente restaurado pelo Serviço de Museu da Fundação Caloustre Gulbenkian.

 

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